Carinho enluarado
(fotografia: Gislei Frasson Andreata)
Já te nomeei pétala de fogo, semente de sol.
Ávido, colhi teus seios maduros
com minhas mãos queimando de ternura.
Minha boca passeou
pela seda da tua geografia,
tua gruta me aconchegou.
Mesmo assim, és sempre novidade,
cesto de carinho enluarado,
precipício amoroso, fruto de luz,
lençol de estrelas cadentes.

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