Nosso amigo Fialho
Há longos dez anos o Fialho
embarcou para a última viagem dele.
Brotaram com viço no nosso coração
as sementes de coletividade
que ele ofertava em abundância.
A paz que o sorriso dele oferecia
é placa de referência para as nossas ações.
A generosidade com que ele amanhecia
a noite de tanta gente é fonte de luz perene.
É um exemplo de grandeza humana
o ímpeto dele de doar tempo,
em grandes porções,
para o crescimento alheio.
Era um sol portátil que ele levava
nos bolsos fraternos e atentos.
Relembrar a existência do nosso amigo
tem um componente
de lágrimas e saudades,
mas também é um ato
de reconhecimento à contribuição
que ele deu a nossa vida:
ter conhecido o Fialho continua sendo
um grande acontecimento.

Grande pessoa, ainda me lembro da alegria contagiante que tinha e dos bordoes que ele vivia falando, "Não é Juca Não", "Larguei de pirelli" nosso "Craque" do futebol!
ResponderExcluirHahahahahaha. Bem assim, Juliano. Um abraço grande pra ti, meu querido!
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