Quando
Quando eu morrer, de morte atestada,
quero que lembrem que eu gostava do tempo.
Vagaroso e sonoro que nem calhambeque,
vaporoso e encasacado que nem noite de julho.
Rápido no galope sem rédeas do relâmpago,
urgente quando se tem saudade.
Que digam em minha homenagem:
foi embora, era temporário.

Mas seus poemas serão eternos!
ResponderExcluirAh, vizinha...és uma bondosa juramentada!
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