Sérgio Lezama
Estão libertas da prisão dos bolsos
tuas mãos que faziam infinitos.
Neste milênio, em que não mais
sangras das solidões imensas,
teus versos nos chegam
às algibeiras líricas.
Não estás mais sozinho,
uma mulher-violão
quer tocar teu soneto.

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