Plauto Júnior
Nosso amigo Seco partiu para o desconhecido há um ano. Levou junto décadas de convívio, deixou uma doçura de eterna criança. Era um sujeito generoso em tempo integral e jamais carregava mágoa na mochila da vida. A cada reencontro tornamos a falar sobre ele e o tom é sempre o mesmo: um cuidado, uma proteção à memória desse ser humano muito humano. Pensando bem, o Seco ainda não partiu. Vive com a gente e partirá apenas quando o último de nós for embora deste mundo.

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